sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Foi realizado do dia 10 a 14 de fevereiro no município de Marabá o curso de capacitação de recursos humanos em defesa civil

Foto: William Souza

Foto: William Souza

Foto: William Souza
O presidente da ABCDE Associação de Bombeiros Civis de Dom Eliseu, o Sr Wlliam Souza esteve participando do CURSO DE CAPACITAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS EM DEFESA CIVIL promovido pelo CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO PARÁ realizado em Marabá.

O curso visa a PREPARAÇÃO que é uma ação que ocorre no contexto da gestão do risco de desastres. Seu objetivo principal é desenvolver capacidades necessárias para gerenciar de forma eficiente e eficaz todos os tipos de emergência e alcançar uma transição ordenada desde a resposta até uma recuperação sustentável

O evento contou com os instrutores da coordenadoria estadual de defesa civil, com sede em Belém onde foi ministrado o curso pelo CAPITÃO BM WILLIAM SILVA chefe de operações da defesa civil estadual contou com a participação de representante do município de Dom Eliseu sobre a coordenadoria comandada pelo Sr PAULO COSTA onde esteve buscada sua qualificação e atuação para o momento de um possível desastre.

Esteve presente representantes dos municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas e Marabá e representantes da guarda municipal de Marabá, Policia Militar e entidades do município de Marabá.

Tem Cel. NORAT comandante 5° GBM, falou a reportagem e disse “que cada um que fez o curso tem a responsabilidade de levar todo esse conhecimento para o município, pois toda vez que o Bombeiro e Defesa civil são acionados e porque já extravasou a situação, por isso estamos aqui fazendo essa capacitação  para que não venhamos ser surpreendidos com ocorrência de desastre” ressaltou também  a importância da população em ajudar de forma agradável as ações realizada.

Direto da redação do Blog.

Com informações de Wiliam Souza

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Indígenas ocupam a sede da Funasa em Marabá, no sudeste do Pará

Grupo ocupa desde a semana passada a Casa.Eles reclamam do descaso com a saúde e estrutura das aldeias.


Foto reprodução.

Um grupo de indígenas invadiu a sede da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Marabá, no sudeste do Pará, durante o último final de semana. O grupo é o mesmo que ocupa o prédio da Casa de Apoio a Saúde Indígena (Casai) desde a semana passada. Eles ocuparam os prédios como forma de protesto pela melhoria na estrutura das aldeias.
Na aldeia dos índios que realizam a manifestação vivem 115 pessoas e a falta de estrutura é um problema. As casas são feitas de palha ou cobertas com lona, a água usada para beber é de cisterna sem tratamento e para tomar banho e lavar roupa os índios utilizam as águas barrentas de um lago. A energia elétrica é fornecida por um pequeno gerador que é usado apenas durante a noite.
Segundo o cacique Pana Kyiamreti, a falta de um posto de saúde tem dificultado o tratamento dos doentes da aldeia. “Nós não temos posto, não temos onde guardar nossos remédios. Precisamos ter uma saúde de qualidade igual os outros tem”, afirma.Os medicamentos ficam armazenados no armário da casa da indígena Ropkwyi Luxmare. Ela reclama que não é seguro armazenar os remédios desta forma. “Pode vir qualquer criança e mexer sem saber o que é. Nós temos que ficar aqui olhando toda hora. É muito preocupante”, diz.
A Casai de Marabá está ocupada desde a semana passada por índios de 8 etnias que pedem melhorias no local. Por mês, cerca de 70 indígenas se hospedam na casa, que tem apenas 4 quartos e uma cama. Devido a falta de espaço, redes ficam armadas na parte de fora da casa. No único banheiro para uso dos índios, a fiação elétrica está precária.
Na enfermaria da Casai, o lixo hospitalar está acumulado há meses e segundo o cacique João Guajará, isso acarreta risco a saúde de quem trabalha na casa. “É um risco para todos, inclusive para a enfermeira que tem que dormir junto com o lixo da enfermaria e toda a medicação”, denuncia.
A sede da casa funcionada ao lado do polo da Funasa, onde os indígenas reclamam que encontram a mesma situação de descaso e abandono. Nos fundos do prédio, móveis quebrados, documentos perdidos e muita água acumulada. Oito veículos estão quebrados, entre eles uma ambulância.
No último fim de semana, os índios souberam por funcionários da Funasa que 5 carros alugados não poderiam mais ser usados para transportá-los. A notícia revoltou os indígenas. Os índios quebram as portas da Funasa utilizando pedaços de madeira e retiraram os móveis do local.
As lideranças indígenas aguardam para esta segunda-feira (17) a chegada de representantes do Ministério da Saúde para conversar. O grupo ameaça queimar os carros que estão no pátio da Funasa caso os responsáveis pela negociação não cheguem. (G1)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Piso salarial dos professores terá reajuste de 8,32%, anuncia MEC


Salário inicial para 40 horas semanais deve ser de R$ 1.697 em 2014.
Reajuste foi maior que no ano passado, mas menor que em 2012.



O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira (29) o reajuste do piso salarial dos professores da educação básica (ensinos fundamental e médio). Segundo os dados do ministério, o aumento será de 8,32%, e o valor subirá para R$ 1.697. O reajuste neste ano foi maior que no ano passado, quando o aumento foi de 7,97%, mas menor que entre 2011 e 2012, quando o reajuste foi de 22,22%.
Nos últimos cinco anos, o aumento do salário inicial dos professores que cumprem a carga horária de 40 horas semanais foi de 65,6%.
Veja abaixo a evolução do piso salarial dos professores no Brasil:
2010 - R$ 1.024,67
2011 - R$ 1.187,08
2012 - R$ 1.451,00
2013 - R$ 1.567,00
2014 - R$ 1.697,00

Entenda o cálculo do reajuste
Desde 2009, por lei, o reajuste do piso salarial é feito anualmente em janeiro seguindo como  indicador o Fundeb. O fundo reúne recursos provenientes de tributos e da complementação da União, que são repassados aos governos municipais e estaduais.

Durante o ano vigente, o valor mínimo anual investido pelo fundo por aluno da educação básica é calculado com base em estimativas de arrecadação. A variação desse valor impacta na variação do salário dos professores.


 
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